Lei de Cotas na prática: 4 erros que sua empresa provavelmente comete

Cumprir a cota é meta mínima. O desafio real é reter profissionais PcDs e criar inclusão que muda comportamento — não só números.

Equipe Pertence

Redação

1 min de leitura

Participantes em uma oficina do Clube, em atividade coletiva.

A Lei 8.213/91 completou 35 anos em 2026 e ainda é a principal força por trás da contratação de pessoas com deficiência no Brasil. Mas olhar só para a cota é subestimar o problema.

Depois de 15 anos atendendo empresas pelo Pertence Soluções, vemos os mesmos quatro erros se repetirem — e todos eles saem caros.

1. Contratar para cumprir, não para reter

A maioria das empresas que nos procura tem turnover de PcDs duas a três vezes maior que o turnover geral. Contrata por fiscalização, perde por falta de preparo. Cada rotatividade custa em média 1,5 salários do cargo.

2. Tratar acessibilidade como obra, não como cultura

Rampa e banheiro adaptado são o básico. Mas um ambiente inclusivo se mede por processos — onboarding adaptado, ferramentas de comunicação, flexibilidade de agenda para consultas. Isso não é obra, é gestão.

3. Deixar o RH sozinho

O RH desenha a política. As lideranças vivem ou não vivem. Sem capacitação prática de quem gerencia, qualquer treinamento volta a ser teoria em três meses.

4. Ignorar o colaborador PcD como voz ativa

Decisões sobre inclusão tomadas sem os próprios PcDs tendem a falhar. Conselhos internos de diversidade com participação real (não figurativa) mudam o ponteiro.

O que fazer? O ponto de partida costuma ser uma leitura honesta da realidade. O Pertence Soluções oferece uma avaliação 360º gratuita que entrega um mapa das suas oportunidades, benchmark setorial e 3 recomendações priorizadas por ROI.

Ficou com alguma dúvida sobre inclusão?

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